Como se treze, a sexta-feira cambaia. Noite em sarau poiésis, posludiante em mais um rebentró de mulher me chulambando os sarrafos na verga de mais um "fora". E com direito a chusma de fratura exposta, de vez que nossos gostos Similitude: o gênero que aporta nesse mundéu sem falo tromba jamba giromba. Lesbicitária sorrinte, eu mais do Mesmo: me fú.
Valência em NADA qualquer chororô, restou pro candango aqui descer ladeira como se azúlea a fatura, na direção da Lapa onde talvez uns gorós se hajam Musos no enterrô da amargura, enfim não há pra chute na bunda pajelança que eu reconheça mió: a véia e (nem) marvada pinga.
Pois foi descente na tal ladeira que bem num rés, e que me apareceu na forma de escadaria escondida que dava acesso pro morro próximo que vi plantado num canto um verdureiro, daqueles que em certos bairros - suburbios da cidade se encontram mais Não, e tal e coisa me lembrei que precisava repor o estoque de alface lá em casa. Isso quase meia-noite, e sequer pensei por um segundício a figura estranha que Pareceria um vivente às voltas com dona esbórnia com pés de alface bem a tiracolo. É três por cinco - o cidadão põe pingos nos is do escambo, e toca o bonde pra Lapa.
E foi no mei do muvucão sem rosto ali requembres da Joaquim Silva que a tal da frase me Chega, assim sem mais dá-licença, eu já babando o Escornó das mambucárias cervas num curtirama de "bungo-só-sem-remédio", que me assisti moqueando o tal provérbio "ao perdedor as batatas", achei mais essa pra minha coleção de Esquisícies:
o perdedor. Na Lapa. Na Lapa com alfaces. Depois é claro, de Lei o chamatório ao raul.
sábado, 21 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Joinville hum
Tem um poema Drummônico em que ele falando sobre Itabira-MG(cidade natal dele), diz que "principalmente nasci em Itabira". Dispois andanças caxangues e vai das valsas pra ele nunca mais voltar lá e dizer que agora ela era só uma foto na parede. "Mas como dói", é como ele termina o poema.
Não sei se o mesmo eu tenho a dizer sobre Joinville-SC. Nascer lá eu nunca nasci fisicamente não(eu carioca do Méier mais suburbano retaco!), mas tem uma parte de mim, pra lá de MUITO essencial hoje, uns erês doidões matunguís do que me chamo hoje como POETA que, sim, essa parte sim, se não nasceu Maturou por lá: esse poeta loucó que hoje Sou.
Morei por lá por uns quatro meses e tanto, de agosto a novembro de 2009, graças ao meu ofício de músico, tecladicista e mestre - Cotó o seu tanto mas nem por isso Descalibrino. E já escrevia poesia em forma assim Rascunhária desque perdi minha mãe em janeiro de 2006, três semanas antes do aniversário dela de 7O anos... as portas um tanto fechadas por aqui especialmente depois que meu primeiro fagote foi roubado na Lapa numa sexta-feira pra apagar da história.
Entonces cós de cheganças nas terras teutas desse brazilzão com mil cadernos de esboços suvacados no braço, um renque de tempo livre à minha disposição, e eu malocado no bairro de Pirabeiraba, falaram pra mim ser o lugar mais alemão de Joinville inteira. Foi lá que lápis burracha carvão cinzel construturas de cambulhada com a melhor cerveja que a gente pode pensar, que eu resolvi começar um blog, atenderendo a pedidos e uns tantos conselhos dos entendidos e mais demais geraldinos a me empurrar na direção "dar a cara pras Peias", como se diz por lá nos sertões-veredas. E mais dispois continuança desse historiê.
Não sei se o mesmo eu tenho a dizer sobre Joinville-SC. Nascer lá eu nunca nasci fisicamente não(eu carioca do Méier mais suburbano retaco!), mas tem uma parte de mim, pra lá de MUITO essencial hoje, uns erês doidões matunguís do que me chamo hoje como POETA que, sim, essa parte sim, se não nasceu Maturou por lá: esse poeta loucó que hoje Sou.
Morei por lá por uns quatro meses e tanto, de agosto a novembro de 2009, graças ao meu ofício de músico, tecladicista e mestre - Cotó o seu tanto mas nem por isso Descalibrino. E já escrevia poesia em forma assim Rascunhária desque perdi minha mãe em janeiro de 2006, três semanas antes do aniversário dela de 7O anos... as portas um tanto fechadas por aqui especialmente depois que meu primeiro fagote foi roubado na Lapa numa sexta-feira pra apagar da história.
Entonces cós de cheganças nas terras teutas desse brazilzão com mil cadernos de esboços suvacados no braço, um renque de tempo livre à minha disposição, e eu malocado no bairro de Pirabeiraba, falaram pra mim ser o lugar mais alemão de Joinville inteira. Foi lá que lápis burracha carvão cinzel construturas de cambulhada com a melhor cerveja que a gente pode pensar, que eu resolvi começar um blog, atenderendo a pedidos e uns tantos conselhos dos entendidos e mais demais geraldinos a me empurrar na direção "dar a cara pras Peias", como se diz por lá nos sertões-veredas. E mais dispois continuança desse historiê.
sábado, 23 de novembro de 2013
Garoa Pão Cafezim
Dona memória me lembra: desque me entendo Gente neste fumbó-patrópio que as manhãs que nascem chovendo me fascinam pra Muito. Subir a encosta do sono em riba - Encêsto pra mais um dia sabendo/cheirando/vendo a cinzalhada lá fora me foi de-Sempre de um encantamento maiúsculo.
Hoje de ebó por acaso andei cedim de perneança em Jacarepaguá, meu canturó que elegi Querência isso uns bons anos de entrás. Andança entonces de começo ali daronde o Largo do Tanque desborda na Geremário Dantas. No rés esquina os malunguis-operários do BRT comem seu pão na chapa com pingadões caprichados, olho um no relógio outro no capataz mais caraça de capitão-do-mato impossível. Abarco ali no balcão prum desjejum - cardápio igual o dos meus irmões candangós, de resto o samba do botequim do Noel brincando as notas num fagotês que me sorri na cachola, a boa média não-requentada e um dos melhores pães com manteiga que a gente pode pensar, devendo NADA à padaria Santo Amaro na Glória, outro lugar de respeito que também me passa à frente dos olhos-Dentro, nela manhã chuvosa a maganar tentáculos prumas boas 72 horas, pra mim Felícitas - serão ao menos mais duas vórnias chuvarandícias, coisa de assim gosto-Açú pra riba de mim, desque me entendo Gente, lembrura boa, dela dona Memória.
Hoje de ebó por acaso andei cedim de perneança em Jacarepaguá, meu canturó que elegi Querência isso uns bons anos de entrás. Andança entonces de começo ali daronde o Largo do Tanque desborda na Geremário Dantas. No rés esquina os malunguis-operários do BRT comem seu pão na chapa com pingadões caprichados, olho um no relógio outro no capataz mais caraça de capitão-do-mato impossível. Abarco ali no balcão prum desjejum - cardápio igual o dos meus irmões candangós, de resto o samba do botequim do Noel brincando as notas num fagotês que me sorri na cachola, a boa média não-requentada e um dos melhores pães com manteiga que a gente pode pensar, devendo NADA à padaria Santo Amaro na Glória, outro lugar de respeito que também me passa à frente dos olhos-Dentro, nela manhã chuvosa a maganar tentáculos prumas boas 72 horas, pra mim Felícitas - serão ao menos mais duas vórnias chuvarandícias, coisa de assim gosto-Açú pra riba de mim, desque me entendo Gente, lembrura boa, dela dona Memória.
Rememório
Lembrura em cós, Rés - de nínives desconchavadas de qualquer ranço profético a se esbaldar por suas ruas, os Beleléus por isso mesmo à espreita pra quando os milênios se completarem e os gafanhotos subirem todos do Abismo:
Sou eu, num zé-qualquer Rememório da pajelança epopéica vivida pelos meus grandes Irmões de taba e torés, ali da Aldeia Maracanã neste ano torto do cão que tem sido até aqui este 2013. Os rumorôs que as governanças do município e do estado andaram troando nos descanais midiáticos não foram Gosma de jeito a que o povão sequer um instante acreditasse de fato que a mulecada ali na aldeia era bozó no inteiro escopo do termo - e eu pude e posso dizer que vi com nórias de satisfação os prequetés mandatários irem os dois tomar no olho reto do cú, e serem obrigados a um volta-Atrás no desserviço gigante que seria o travestismo daquele lugar sagrado no que quer que ali fosse trampado - é coisa a se comemorar, Repit, pois nesse Engroló que têm sido as obras sem transparência auditórica pras olimpíadas e pra copa, perigam de serem raras as nossas(nós - Povo) vitórias, aquelas que mais importam - multi-implemento às áreas Órfãs da saúde pública, da segurança, educação, e tudo o mais que no dialeto maldito dos trezentões Picaretas chafurderentes nos grão-palácios: "...não dá ibope, nem voto".
Um quê Miró destampário
Noite. Choveu miúdo a maior parte do dia. Andei por Jacarepaguá como quase sempre, um quê Miró destampário, olhando a chuva nos paralelos distintos, mas completildos no reverbó mei cabrunco desta cabeça assim seu tanto maluca - a minha é claro - olhando a chuva cainte dum céu sem gosma ou nêsga de são pedro um dia, e (talvez por isso) um temporal brotante: das janelências do povoléu a se esbarrar sem rosto pelas calçadas.
Possível ascenso dum sol matreiro que brotandasse daqueles olhos foi coisa que muito não vi não - senhores, pois sacumé eis vem na enxó das quebradas mais um final dele - ano, onde embalances mostram fugícios demais Rotundos no quesitó "alecrim", a festa ficando o mais das vezes a cargo das cores mais sômbreas, nas cinco salas da gente -
e por demais atual a gente acaba enxergando o embú - xerém - Destabôco daquela música do Assis Valente, perpetuada na história com o mais irônico título que alguém já foi capaz de Brilhar:
"Boas Festas".
Possível ascenso dum sol matreiro que brotandasse daqueles olhos foi coisa que muito não vi não - senhores, pois sacumé eis vem na enxó das quebradas mais um final dele - ano, onde embalances mostram fugícios demais Rotundos no quesitó "alecrim", a festa ficando o mais das vezes a cargo das cores mais sômbreas, nas cinco salas da gente -
e por demais atual a gente acaba enxergando o embú - xerém - Destabôco daquela música do Assis Valente, perpetuada na história com o mais irônico título que alguém já foi capaz de Brilhar:
"Boas Festas".
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Um cós, ou rés, de prefácio
O primeiro esboço de prosa. O primeiro caderno, óbvias as abóboras. Cozidas, cruas, de todo tipo e tempero. Até que escrever prosa deveria ser fácil, se alguém fosse olhar apenas o meu histórico de redações na vida escolar pregressa. Só nota grande, dessas de cem reais pra cima, às vezes com algum comentário de rosáceo futuro que algum professor bonachão dava, de graça. Nada mais Lêdo. Sem trocadilhos infames. O escritor mergulha num sono hibernal que estrapolou duas décadas, o músico que eu nunca fui acordou, eu nem quatorze anos tinha. Daí que idas e vindas, mais revertérios que escapanças, um casal de pais com seu tanto de torquemadas e rodas, brigas, mágoas desnecessárias, apelo a que eu visse a quantas andava o país, e que eu fosse tocar viola numa trincheira de mais nobre estirpe, como a dos economistas, ou não dando até lá meu carretel , a dos contadores(e que eles não pensem que eu estou fazendo algum tipo de pódio, que senão me fritam), prova viva que aquele ditado brasileiro que pontifica sobre os pais cegos jaz na mais pura e cristalina poltrona da verdade, de vez que o rapaz aqui veio à luz deste mundo com uma séria e irreversível alergia às matemáticas. Todas elas, de qualquer tipo, dái o plural mais que de propósito. Um tanto de exilado provisório, de vez que redijo estas barbaridades num computador de propriedade dos correios e telégrafos a quase mil quilômetros do meu Rio de janeiro querido, da minha zona norte com seus bares de Pixinguinha onde espero de novo esteja eu pontifício, como bom seguidor deste grande mestre. Pois é, e aqui onde estou se chama, desde mais ou menos 1855 Joinville, estado de Santa Catarina, terra boa e agora até conhecida dos gringos, de vez que, daquele mega terremoto de antes do final de 2004 e sua mexida no eixo de rotação do planeta sobrou para este simpático estado de nossa primeira santa oficialmente canonizada uma entrada triunfal na rota internacional dos furacões e tornados, um dos quais passou a, não mais de dois meses, bem no cangote de onde estou provisoriamente morando. Aquela cena de vacas voando e tal. E por hoje Enquanto. E só, como diria o gaguinho. Até os próximos informes, com a mesma quantidade de absurdos, espero. Afinal tenho uma reputação de louco a ser preservada.
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